Siga-nos por Email:

terça-feira, 8 de maio de 2012

A princesa que acreditava em contos de fadas.



No sábado eu comprei um livro chamado: "A princesa que acreditava em contos de fadas". Foi tão bom que li tudinho no mesmo dia. É ótimo quando o livro te dá algumas respostas e quando você se identifica com os personagens.

A história é sobre a princesa Victoria. Ela cresceu sendo obrigada a seguir um código que a proibia de demonstrar seus sentimentos em público. Seus pais embora a amassem, sempre brigavam com ela quando ela agia espontaneamente. Não era próprio para uma princesa cantar com os passarinhos e dançar na frente dos criados. Então, Victoria prendeu no armário a parte mais infantil e autêntica de si, a quem chamava de Vicky. Ela achava que assim seria feliz, e mereceria ser amada pelos pais, mas acabou de coração partido.

Enquanto aprendia a ser "perfeita" como toda princesinha deveria ser, Victoria se machucava pra valer. Um dia por uma força misteriosa foi atraída por uma árvore que ficava depois dos jardins reais. Lá ela conhece Henry Herbert Hoot D.C. que nada mais é do que uma coruja que toca banjo e é um médico especialista em corações partidos. A primeira conversa entre eles não é muito reveladora, ele só explica quem ele é e outras cositas más. Nos próximos encontros porém, ele dá uma série de conselhos incríveis. Vou colocar aqui os meus trechos preferidos:

"A verdade é o melhor remédio. Tome a quantidade que puder com a frequência que puder" (p 107)

"Se você sente dor com mais frequência do que se sente feliz, então não é amor. É outra coisa. Algo que mantém você encarcerada numa prisão medíocre, incapaz de ver que a porta da liberdade está escancarada a sua frente." (p. 132)

"O mais provavel é que você gostará de algumas partes da verdade e não gostará de outras. Algumas partes você adorará, outras, pode odiar. Mas o que é, é, seja bom, mau ou indiferente. E ignorar a verdade não vai mudar isso. Só dá a ela o poder de dirigir sua vida sem qualquer interferência sua." (p. 222)

"A vida é vivida olhando-se à frente, mas é entendida olhando-se para trás." (p. 222)


"E que significa gostar do que a outra pessoa realmente é, não do que você queria ou precisaria que fosse." (p. 271)

Além do problema de Victoria em negar a si mesma, ela tinha um problema muito comum para as mulheres modernas: acreditar que o parceiro tem que ser perfeito e nos levar nas costas quando a vida trouxer dificuldades. Só que Victória descobre que seu principe encantado era tão problemático quanto ela, e em alguns aspectos muito frágil. Ela tentou ajudá-lo, mas ele sempre queria mais e exigia-lhe um amor quase servil.

Com a ajuda de Doc (a coruja), Willie e Dolly a princesa enfrenta o mar das emoções,a Terra da ilusão e a Terra do É. Nessa viagem Victória se liberta, aprende a amar a si mesma e prepara-se para uma maior aventura após entender a Verdade que perseguia: "Pois deve-se amar aos outros como a si mesmo, com gentileza e tolerância" (p. 271)

6 comentários:

  1. Ah, gostei Aleski, livro lindo!!! E uma mão na roda para quem é romântica, mas guarda o romantismo no armário para os dias de crise e no frigir dos ovos tod@s temos que enfrentar "o mar das emoções, a Terra da ilusão e a Terra do É".

    ResponderExcluir
  2. Adorei, Aleska! Deve ser uma delícia de leitura e com muito para refletir.

    beijos

    ResponderExcluir
  3. Muito atual o tema desse livro não?! Ultimamente as pessoas andam muito esquecidas dos sentimentos que realmente valem à pena.

    Adorei essa "A verdade é o melhor remédio. Tome a quantidade que puder com a frequência que puder".

    Postarei até no face.

    kkkk

    ResponderExcluir
  4. hehehehehehehehehehehehe. Fico muito feliz que todas tenham gostado. Eu tb achei as frases ótimas. Muito obrigada a quem grifou as frases para mim, ficou bem melhor mesmo. Beijos!

    ResponderExcluir
  5. Deve ser delicioso. Adoro contos fantásticos, e este vai pra minha lista de futuras aquisições. Bela resenha, deu vontade de ler o livrooo... Abraços!

    ResponderExcluir
  6. Sempre bom ler histórias de amor, Aleska. O amor move o mundo. Ai de nós desacreditarmos sumariamente dele. Anotei o nome do livro.
    Beijo!

    ResponderExcluir

Para receber as postagens por e-mail:

Digite seu email aqui:

Delivered by FeedBurner