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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Precisamos falar sobre o Kevin


Precisamos falar sobre o Kevin é o legítimo livro que tu não dá um dedo no início, e te passa pela cabeça a ideia de abadoná-lo. Mas é só no início, enquanto Kevin ainda não existia, e a fase dele bebê. Quando Kevin fica maior e começam as traquinagens dele, é que o livro se torna emocionante, e completamente fascinante.

Kevin é um garoto problemático, que faz brincadeiras doentias e maldosas, além de viver em eterna briga com sua mãe, pois tecnicamente eles se odeiam. Desde que Kevin nasceu ele a odeia, e sua mãe sente o mesmo desde que ele ainda estava no seu ventre. A questão que ficou em minha mente foi, tudo que pensamos, fazemos e desejamos quando estamos grávidas, passamos aos bebês inocentes em nossa barriga?

O ódio de Kevin era tão extremo que no fim, acontece algo que aposto que vocês não previam, nem sonhavam. Você só descobre o fim, no fim. Porque em nenhum momento do livro Lionel deixa entrever qual o desfecho desta história de ódio, e não porque, amor?


Precisamos falar sobre o Kevin virou filme, não o assisti, mas foi lançado no Festival do Rio em 2011.


A adaptação do livro conta com Tilda Swinton, John C. Reilly e Erza Miller. Erza Miller é um ator pouco conhecido, mas fez participações em alguns filmes não lançados no Brasil e nas séries Californication e Law & Order.
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Postado originalmente em Coffee&Muffins, por Gabs Rohde.

6 comentários:

  1. Ah, eu fiquei interessada nessa história!

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  2. Já ouvi falar no livro e no filme ( a sinopse do filme li no blog Abertura Lateral). Ri de mim mesma agora, quando abri o blog e dei de cara com a capa do livro levei um susto, kkk.
    A história parece ser muito densa e fascinante.. preciso encontrar este livro!

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  3. Pessoal, o filme não ficou bom não, claro na minha opinião o livro é demais p/ um roteirista poder adaptar hehehe.
    O dinheiro mais bem empregado foi o livro, acredito que independente de gostos esse livro é para todos...
    abç
    e boas leituras

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  4. Eu assisti somente ao filme e adorei. Ezra é um dos autores jovens mais fantásticos e mórbidos, sarcásticos que conheci. Posso me considerar um fã, já assisti outro filme com ele chamado Another Happy Day (em português "Bastidores de um casamento) onde ele atua como um dependente químico com problemas mentais e também interpretou com maestria.
    A respeito do filme, ainda farei umas considerações em meu blogue, estou esperando passar o modismo, há muita gente resenhando e/ou criticando tanto o livro quanto o filme.

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