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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Quando um filme muda nossa perspectiva.


Estou muito feliz por finalmente estrear no Em Quantos como colaboradora fixa. Meu tema aqui seria cotidiano. Quero postar as coisas maravilhosas ou não que me acontecem no dia-a-dia.
Para inaugurar meu cantinho neste blog quero falar de um filme que mudou minha perspectiva sobre um assunto muito cotidiano no momento:o bullying.

Nessa segunda feira as 22 horas eu estava mudando de canal na tv a cabo quando me deparei com o título: bullying virtual. De início não me interessou, mas as outras opções não eram lá grande coisa, a não ser a da MGM (Orgulho e Preconceito, que já vi 500 milhões de vezes), mas como reconheci a Lily de Hannah Montanna como a principal, fui dar uma espiadinha.

Eu sou péssima com nomes, e com o não decorei o da personagem principal, vou chamá-la de Lily ok? Bom, Lily era uma adolescente super protegida pela mãe que ganha seu primeiro laptop. Assim que se vê livre do controle materno aos sites que ela frequentava, Lily entra numa rede social e adiciona o cara dos seus sonhos, um tal de Scott. Só que sua amiga Samantha já tinha ficado com um amigo dele que fez uma sacanagem com ela no passado, e Sam não queria que a amiga sofresse a mesma coisa. Ela agiu com preconceito, inventou um fake na internet para conversar com a amiga, e passou a discutir poemas com Lily, porque sabia que esse era um ponto fraco de Lily. Seu intuito era ver se desviava o coração de amiga do Scott. Só que Lily provocou uma ferida não cicatrizada em Samantha dizendo que "Não é porque Charlie foi um babaca com você que o Scott vai ser um comigo". Então o que a amiga fez? Espalhou um boato maldoso sobre Lily na internet que a inimiga delas só fez aumentar. Isso acabou forçando Scott a ser um canalha com Lily, do jeito que Sam desejava.

É claro ele não era vitima, quer dizer, ele poderia ter apoiado a garota de quem estava gostando, mas ele era um adolescente tão suscetível a opinião dos outros quanto qualquer um. Aposto que se o problema de Lily fosse uma doença ele teria apoiado ela.
O caso é que as mentiras foram tão cruéis, que Lily foi ao fundo do poço. Resolveu se matar e fez um vídeo de despedida no tal site. Sam que apenas queria dar uma lição na amiga ficou apavorada quando viu, e foi logo em socorro de Lily. Graças à sua ajuda a menina pode sobreviver.

O que me influenciou nesse filme foram as dicas que Lily recebeu na terapia de grupo. Fingir que não está acontecendo não resolve, e é humilhante para a vítima. É preciso dar uma resposta. Só que essa resposta não é na mesma medida da ofensa. No caso do bullying virtual, você pode bloquear a pessoa que te ofende ou denunciar para o provedor que vai apagar a conta dessa pessoa.
Na vida real, se você estiver numa escola ou no seu local de trabalho, faça queixa ao seu superior, ou fale para todo mundo ouvir que o agressor é que tem o real problema. Todas as pessoas que pegam no pé de outras estão descontando suas frustrações nelas. Seja inveja, ciúme ou porque você lembra um determinado alguém a quem essa pessoa dedicou rancor. Então a culpa não é da vítima, mas ela tem que enxergar as brechas que precisam ser fechadas.
E você conhece algum caso de bullying?

7 comentários:

  1. Parabéns em estar como colaboradora fixa do blog. Começou bem, com um bonito texto, sobre um filme que tem um bom conteúdo.
    Beijos.
    Élys.

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  2. Eu conheço alguém que sofreu bullying, eu mesma o/

    É lasca, no meu caso minha mãe foi a escola falou com a diretora que falou com a turma e as coisas melhoraram, mas não foi fácil, eu odeio lembrar disso!

    Mas o caso é que adolescentes sozinhos não conseguem sair da situação, precisam da ajuda dos adultos, professores, pais e quem mais seja responsável!!!

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  3. Muito bom tema e a abordagem foi excelente. Os filmes trazem maneiras de abordar temas complexos e mostram alternativas para a questão. O bullying existi de uma forma ampla, penso que se parar para pensar, todos nós já presenciamos alguma forma desta violência.
    Parabéns pelo estreia.
    bjs

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  4. Querida, já escrevi outro dia na net mesmo sobre o que penso sobre o tal bullyng, e acho que tá tudo muito generalizado, e as pessoas muito fragilizadas...
    Concordo que precisamos ter alguns cuidados com o que e como fazemos e relacionamos, mas esse cuidado excessivo está tornando os nossos pequenos muito frágeis para o mundo...

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  5. Parabéns Aleska e o tema abordado é de suma importância. Coneço vários casos que estão por aío na Internet e até entre amigos, mas cabe a nós pais e educadores darmos a orientação necessa´ria para que saibam se defender.

    Beijinhos

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  6. Obrigada amigos pela participação! Eu concordo que a superproteção torna as crianças frágeis, mas acredito que toda criança tem o direito de ser inocente até a hora de crescer.

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  7. Aleska, o importante é não deixar de divulgar casos de bullying. Felizmente não conheço nenhum caso próximo a mim. Com algum dos meus, se acontecesse, nem sei como reagiria. É uma situação muito triste.
    Bem vinda, é muito bom ter pessoas jovens com a cabeça pensante como você, a Pan, a Giuliara.
    Meninas de ouro.
    Beijo!

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