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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bolas de Gude

Passado o tempo das bolas de gude
em que eu era o sargento de meu mundo,
sacudi a cabeça, franzi a testa,
festejei, inocente, as novidades.

...Em tudo, a lembrança do tempo em que eu incomodava...
O tempo em que eu tinha o direito de dizer "com tudo e sem nada".
O respeito de meus adversários, a distância dos "topes",
a caixa de brinquedos com uma centena de Terras azuladas...


(Moacir Eduão)

6 comentários:

  1. Que bom! Obrigado, Sônia pela postagem. Vamos em frente com esse belo projeto!

    Abraços a todos!!!

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  2. quando o simples é o profundo raso de uma bolinnha de gude nos dedos da mira da inocência, tudo é possivel e o pecado é algo que praticamos sem saber, na alegria de um encontro, o clic de brincadeiras.a
    belo poema
    b
    de la manch

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  3. Sempre fui encantada pelo brilho das bolas de gude quando criança! E a emoção que sentíamos em ter uma nas mãos, em vê-las rolar...

    Onde foi que elas foram parar?? Do que brincam as crianças hoje que não as conhecem mais??

    "Brincar é a coisa séria que é divertida" (Rubem Alves)

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  4. Moacir, cada fase é uma fase.
    Cada uma com seus encantos e desencantos.
    Mas quando estamos na "idade da razão" é que vemos o quanto o tempo das brincadeiras era melhor...
    Abraços!

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  5. Que saudades do meu tempo de bolinhas de gude Moacir.
    Meu troféu era uma amarela, brilhante que eu chamava de "pinhadeira", não lembro por quê.
    Infância, melhor fase da vida.

    Bjs no coração!

    Nilce

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