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quarta-feira, 14 de março de 2012

Especial Falando de Amor: "Ame e ame-se, o amor salva!"

Certa vez em um encontro de grupo, a palestrante perguntou: "Se você pudesse criar uma única lei, sendo que somente ela regesse o planeta, qual lei você criaria?" Muitas foram as respostas. A minha foi: "Eu criaria a lei do amor, pois a observância desta lei já seria o cumprimento de qualquer outra lei que faltasse. Afinal, quem ama não mata, não rouba, não trai, etc."

Continuo com o mesmo pensamento: a lei do amor fraterno é uma lei perfeita. Quem ama respeita o outro. Não haveria necessidade, por exemplo, desses avisos "PROIBIDO FUMAR NESTA ÁREA", pois o fumante cumpridor da lei do amor, respeitaria o outro que não fuma e iria fumar mais afastado espontaneamente. É portanto, por causa da frieza de tantas pessoas e até mesmo por causa da própria banalização do amor, que as diversas leis precisam existir e serem duras.

Aliás, o amor anda banalizado demais hoje em dia, é levado geralmente apenas por impulsos sentimentais. Infelizmente impulsos são inconstantes como as marés. O amor verdadeiro é sólido como a rocha. É necessário muita dinamite ou grande tremor de terra para se abalar e danificar uma rocha.

Penso mesmo que é no amor que está a salvação de cada pessoa e do mundo. É muito comum entre os cristãos se dizer: "Jesus salva", não é? Justamente, porque Ele é o sublime Amor expressado, vivido. No entanto, não podemos nos descuidar que, quando Jesus nos pediu para amarmos nosso próximo, amássemos como a nós mesmos. Amar os outros e a nós mesmos está tão intimamente ligado, que Jesus fez questão de deixar isso claro em um único mandamento. Afinal, como amar os outros se eu mesma não me amar? Não podemos dar o que não temos.

Parece fácil amar-se, quem não se ama, não é? Somos quase sempre orgulhosos e egoístas. Amar-se é das tarefas a mais fácil. Não é, não. Ser egoísta, orgulhoso, prepotente é fácil, mas amar-se de verdade, não. Amar-se de verdade, quando caímos em nós nos nossos muito defeitos e erros cometidos, procurando se levantar, sacudir a poeira da queda, não desistir da vida e nem de ser alguém melhor. Amar-se, quando nos apunhalam, caluniam, ofendem e magoam, dando-se o devido valor; o valor de que ninguém é melhor que ninguém e que não é o que o outro pensa de nós que nos define. O que nos define é o saber se reerguer quando estamos caídos. Juntar os caquinhos, refazer-se. Isso nos torna pessoas de valor. Amar-se é isso, é se dar o devido valor, com luta, com garra, com dor, mas se valorizar e seguir a vida firme e valente, amando, e sabendo amar porque aprendemos a nos amar com honestidade.

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Texto publicado originalmente no blog da amiga querida e  muito sábia Meri Pellens.

6 comentários:

  1. Eu li isso, viu? ;)
    Beijinhos agradecidos...

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  2. Ah, como mudei para o wordpress.com, o link original desse texto mudou para: http://meripellens.wordpress.com/2012/02/12/ame-e-ame-se-o-amor-salva/.
    Obrigadinha...

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  3. No primeiro parágrafo percebe-se o teor revelatório que o texto carrega. Concordo com tudo o que foi dito. Acho que nós nos deixamos levar sobre a idealização do amor e esquecemos de vivenciá-lo pueril, no cotidiano, em suas diversas formas, o que provoca todos os reboliços e controvérsias possíveis, como a falta de respeito e os preconceitos. O que gera outros tantos problemas... Está em falta amor!

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  4. Ai Jaci eu sou tão fácil, amo rápido as pessoas, principalmente amigos!!!kkkkkkkk Mas quando pisam na bola odeio rápido tb!! Eu e o meu rancor!!!!

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  5. Entendo o amor exatamente assim.
    Beijo, Meri Pellens. Ler você é sempre um bálsamo para a alma.

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  6. Entendo o amor exatamente assim.
    Beijo, Meri Pellens. Ler você é sempre um bálsamo para a alma.

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