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quinta-feira, 30 de junho de 2011

o menino e os mapas

nasce a criança,
de uma placenta

casa pequena,
à beira do umbuzeiro

conhece os lápis de cor,
conhece as cores de cor

a página em branco do caderno de desenho.
o risco.

não conhece geografia.
ja reconhece um poema:

fita o apagador,
no ápice do lápis
e
dos mapas, em livros, em globos,
sai apagando as fronteiras.

9 comentários:

  1. Moacir Eduão,

    Lindo! Amei!

    Girassóis pra você!

    Beijos

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  2. Que bom que seria se não fosse utopia!
    Bom mesmo Moacir e sonhar faz que o mundo pule e avance...

    Alguém sabe da Lolipop???

    Beijinhos

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  3. "FILHO DO UNIVERSO, IRMÃO DAS ESTRELAS E ÁRVORES."

    Lindo, Eduão! Abraços. Paz e bem.

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  4. Que beleza de poesia!
    Lembra mesmo um menino a começar o descobrimento das letras, dos materiais escolares, daqueles tempos bons que não voltam mais.
    bjs cariocas

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  5. Que beleza de poesia!
    Lembra mesmo um menino a começar o descobrimento das letras, dos materiais escolares, daqueles tempos bons que não voltam mais.
    bjs cariocas

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  6. Oi Moá,

    Que Maravilha de poesia, vi muito do meu filho aí..

    Beijo

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  7. @Fernanda
    Oi Fernanda,
    Não sabemos, acho que ela tirou umas férias prolongadas, estou com muita saudes dela, tomara que volte logo.

    beijo

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  8. Minhas belas e belos colegas. Como queria apagar as linhas dos mapas! Tem um grande poeta, chamado Antônio Brasileiro, que diz num de seus belos poemas: "meus caminhos, meus mapas, meus caminhos. tudo na minha vida está em ordem, como se faltasse alguma coisa".
    Bom final de semana a todos/as!

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